domingo, 27 de março de 2011

Noticias:Youtube com problemas internos de exibição e de acesso ao site




o poderoso site de video Youtube está passando por seguido problemas que so serão resolvidos em 3 a 6 dias!eita tedio!

Noticias quentes do humor:Legendários: Teena entrevista Tyler James Williams, astro de Todo Mundo Odeia o Chris


Legendários: Teena entrevista Tyler James Williams, astro de Todo Mundo Odeia o Chris

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Exclusivo: na noite do próximo sábado, dia 26/03, às 23h, o programa Legendários exibe uma matéria inédita de Teena. A repórter viajou para Los Angeles para entrevistar o astro do seriado Todo Mundo Odeia o Chris, Tyler James Williams.  O bate-papo rendeu boas gargalhadas.
No Vale a Pena ver Direito, Mion analisa os programas da Record e mostra detalhes que passaram desapercebidos pelo telespectador.
Felipe Solari, em uma reportagem especial, abre os bueiros de São Paulo e mostra uma das principais causas das enchentes da cidade: o lixo.
E mais: quem será o “gorila misterioso”? Marcos Mion vai atender ao telefone ao vivo e o telespectador que acertar ganha R$ 1.000,00.
O Programa Legendários vai ao ar aos sábados, após O Melhor do Brasil, com apresentação de Marcos Mion e direção geral de Carlos César Filho.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Livros:O cordel de Patativa do Assaré


RESUMO
Link para Download Patativa do Assaré – Cordéis e Outros Poemas

http://www.esnips.com/doc/01c183fa-85fe-4554-8b27-ee3e54646c98/Patativa-do-Assar%C3%A9---Cord%C3%A9is-e-Outros-Poemas

Link para leitura do resumo em PDF:
http://epcpalmas.files.wordpress.com/2008/09/o-livro-contem-15-poemas-de-cordel-e-mais-dois-poemas-muito-conhecidos-de-patativa-do-assare.pdf


Organizado por Gilmar de Carvalho, Cordéis e outros poemas é uma coletânea da obra de Antônio Gonçalves da Silva, o "Patativa do Assaré", publicada pela editora da Universidade Federal do Ceará. A diferença reside na inclusão de dois poemas - "Cante lá, que eu canto cá" e "A terra é naturá" -, a ausência do cordel "História de Aladim e a Lâmpada Maravilhosa" e dos textos introdutórios.É um livro que tematiza a literatura popular, o universo dos livros vendidos em feiras pelo interior do Brasil."Cordel", etmologicamente, deriva de "cordão", mecanismo através do qual os poetas populares penduravam em feiras, seus livretos, para atingir o público consumidor.Literatura de cordel é uma poesia folclórica e popular com raízes no Nordeste brasileiro. Consiste basicamente em longos poemas narrativos chamados "romances" ou "histórias", impressos em folhetim ou panfletos de 32 ou, raramente, 64 páginas, que falam de amores, sofrimentos ou aventuras, num discurso heróico de ficção.Em Cordéis e outros poemas, podemos observar textos de natureza dissertativa, reflexiva, ampliando o conceito tradicional que diz que "cordel é poema em forma de narração". Isso mostra a versatilidade de Patativa do Assaré.O autor muitas vezes reflete, analisa, discute acerca das dificuldades de vida do homem sertanejo.Seus temas também são ampliados, variados, indo além do conceito clássico de que "cordel fala de amor, sofirmento ou aventura". Patativa, com sua profunda consciência social, também tematizou a desigualdade do Nordeste, os conflitos de terra, os problemas envolvendo o latifúndio, a profunda religiosidade e o misticismo do homem simples do sertão do Brasil.Portanto, os aspectos temáticos da obra são: a pobreza e o sofrimento do sertanejo, a felicidade e o infortúnio, o bem e o mal, o sertão e a cidade, o latifúndio e o agregado, o retirante, o social e o político, a ética e a honestidade, o perdão e a grandeza, a fé em Deus e na religião (Patativa sempre, como todo sertanejo, foi um homem de muita fé).Patativa sempre viu a necessidade de justiça e de igualdade. Foi um poeta social voltado para a observação do universo e mazelas do homem simples.O livro começa com um dos poemas mais famosos de Patativa, gravado por Luiz Gonzaga - A triste partida. O poeta narra o sofrimento de uma pequena família sertaneja, que migra para o sul por causa de uma seca brutal. Deixam para trás a casinha, o sertão, os bichinhos de criação, e partem num pau-de-arara, com o sonho de um dia voltar. Mas a realidade é outra. Na cidade grande, só encontram mais dificuldades e sofrimentos: "O pai de família/ ali vive preso/ sofrendo desprezo/ e devendo ao patrão/ o tempo passando/ vai dia e vem dia/ e aquela família/ não volta mais não". Não tem quem fique de olhos secos ao ouvir esta toada. O segundo cordel selecionado foi feito por encomenda. Patativa do Assaré foi convidado pela Arquidiocese de Olinda e Recife - na pessoa do próprio cardeal, dom Hélder Câmara - para contar, em versos populares, o assassinato de um jovem padre ligado à Teologia da Libertação. Resultou no folheto O Padre Henrique e o Dragão da Maldade. Ele começa fazendo sua apresentação, "sou um poeta do mato", e diz que canta a natureza, a vida rural, as festas e costumes, mas também eleva seu canto aos "injustiçados/ que vagam no mundo afora". O padre Antônio Henrique tinha apenas 29 anos quando foi morto pelas forças da repressão, no dia 27 de maio de 1969. No folheto, Patativa também cita a prisão do estudante Cajá. E insere, no poema, versos de um de seus poetas prediletos, Castro Alves, do poema O Navio Negreiro. O folheto História de Abílio e seu cachorro Jupi faz parte de uma antiga tradição poética ibérica, em que o herói passa por muitos sofrimentos até ganhar a recompensa por sua bondade ou coragem, além de louvar a fidelidade dos animais. Certo senhor tinha três filhos, Grigório, João e o caçula, Abílio, que ganhou de seu padrinho o cachorro Jupi. Quando o pai morre, os irmãos, enciumados, amarram o cão fiel e levam o irmão para um passeio no mato, e lá o abandonam. Mas o cão foge e vai se encontrar com o dono. O menino e seu cão vivem numa caverna, protegidos por Nossa Senhora, até que um dia, adulto, ele vai embora, conhece uma velha senhora que lhe deixa a fortuna de herança. Casa-se com uma moça pobre, que tem duas irmãs. Um dia, dois maltrapilhos vagabundos chegam em sua casa. Contam seu drama, que abandonaram um irmãozinho assim-assim, foram presos, acusados por seu sumiço, e agora vagam pelo mundo, arrependidos. Abílio se dá a conhecer, perdoa os manos, e os acolhe. Devoto do Padre Cícero Romão, Patativa dedicou à cidade que ele fundou o folheto Saudação ao Juazeiro do Norte. As romarias, a fé e os milagres do Padrinho dão a tônica ao poema. Já As façanhas de João Mole é um folheto entre o cômico e o moralista. O tal João apanhava todo dia da mulher, Zizi, e da sogra, Josefa, "a pantera e a serpente". Até que um dia, cansado de ser João Mole, revida cada pancada que recebeu e amansa as duas megeras: "depois de dar muitas pisas/ da praia até o sertão", João Mole vira cangaceiro do bando de Lampião. Em O Meu Livro, Patativa assume a personagem Chico Braúna, um "pobre de nascença/ deserdado da fortuna", mas que aprendeu tudo o que sabe no grande livro da natureza. Outro folheto de cunho moralizante é Vicença e Sofia ou o castigo de mamãe. Romeu se apaixona pela Vicença, "preta da cor do carvão", para desgosto de sua mãe, que é toda cheia de mimos e paparicos com a outra nora, Sofia, "a mais bonita que havia/ praquelas banda de lá". É a própria sogra quem pega Sofia traindo o marido. Daí em diante se convence que a cor da pele não tem a menor importância, porque "gente preta e gente branca/ tudo é de Nosso Senhor". Gilmar de Carvalho também incluiu nesta seleta um dos mais belos poemas de Patativa, Antônio Conselheiro, no qual ele conta a história do profeta de Quixeramobim e líder de Canudos. O cordel Emigração retoma o tema do sertanejo pobre sonhando uma vida melhor na cidade grande. E encontrando, além da fome que já trazia, um mundo hostil e pronto para levar ao crime as crianças que vagam nas ruas. A solução, o poeta diz qual seja - “bom conforto e boa escola/ um lápis e o caderno”. Já o folheto O Doutor Raiz desnuda a farsa dos raizeiros, fazedores de beberagens com que, sem o conhecimento verdadeiro das ervas, buscam ludibriar os sertanejos com promessas de curas maravilhosas. Um dos mais incríveis folhetos de Patativa, que também se vale de motivos ibéricos, é a história de Brosogó, Militão e o Diabo. Outro folheto que também desnuda o descaso com os nordestinos, enfrentando, além de todos os problemas, as constantes ameaças da seca, em ABC do Nordeste Flagelado. Finalizando o livro, dois poemas - o clássico Cante lá que eu canto cá e o belo A terra é naturá.

A obra Cordéis e outros poemas se constitui de 15 cordéis e 2 poemas onde, do ponto de vista estrutural, predominam as sextilhas e as décimas, ambas com versos de 7 sílabas poéticas (redondilha maior).
Observações:
Sextilhas = 6 versos que apresentam rimas nos versos pares.
Redondilha maior = Versos de 7 sílabas poéticas.
Décimas = estrofe com 10 versos.

Fonte:
http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/

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Frase do dia enviado por Matheus Augusto

"Hoje certamente, tudo dará certo,o seu caminho será suavizado pela brisa do ar, que chegará até você de mansinho,trazendo com ela o aroma das flores, que darão colorido ao seu dia."

quarta-feira, 23 de março de 2011

Patativa do Assaré

Patativa do Assaré
Biografia, obras, poemas, repentes, literatura de cordel e outras informações sobre sua vida
Patativa do Assaré
Patativa do Assaré: compositor, poeta e improvisador
  
Introdução
Patativa do Assaré era o nome artístico (pseudônimo) de Antônio Gonçalves da Silva. Nasceu em 5 de março de 1909, na cidade de Assaré (estado do Ceará). Foi um dos mais importantes representantes da cultura popular nordestina.
Vida e obras 
Dedicou sua vida a produção de cultura popular (voltada para o povo marginalizado e oprimido do sertão nordestino). Com uma linguagem simples, porém poética, destacou-se como compositor, improvisador e poeta. Produziu também literatura de cordel, porém nunca se considerou um cordelista.

Sua vida na infância foi marcada por momentos difíceis. Nasceu numa família de agricultores pobres e perdeu a visão de um olho. O pai morreu quando tinha oito anos de idade. A partir deste momento começou a trabalhar na roça para ajudar no sustento da família.

Foi estudar numa escola local com doze anos de idade, porém ficou poucos meses nos bancos escolares. Nesta época, começou a escrever seus próprios versos e pequenos textos. Ganhou da mãe uma pequena viola aos dezesseis anos de idade. Muito feliz, passou a escrever e cantar repentes e se apresentar em pequenas festas da cidade.

Ganhou o apelido de Patativa, uma alusão ao pássaro de lindo canto, quando tinha vinte anos de idade. Nesta época, começou a viajar por algumas cidades nordestinas para se apresentou como violeiro. Cantou também diversas vezes na rádio Araripe.

No ano de 1956, escreveu seu primeiro livro de poesias “Inspiração Nordestina”. Com muita criatividade, retratou aspectos culturais importantes do homem simples do Nordeste. Após este livro, escreveu outros que também fizeram muito sucesso. Ganhou vários prêmios e títulos por suas obras.

Patativa do Assaré faleceu no dia 8 de julho de 2002 em sua cidade natal.

Livros

· Inspiração Nordestina - 1956
· Inspiração Nordestina: Cantos do Patativa -1967
· Cante Lá que Eu Canto Cá - 1978
· Ispinho e Fulô - 1988
· Balceiro. Patativa e Outros Poetas de Assaré - 1991
· Cordéis - 1993
· Aqui Tem Coisa - 1994
· Biblioteca de Cordel: Patativa do Assaré - 2000
· Balceiro 2. Patativa e Outros Poetas de Assaré - 2001
· Ao pé da mesa – 2001

Poemas mais conhecidos

· A Triste Partida
· Cante Lá que eu Canto Cá
· Coisas do Rio de Janeiro
· Meu Protesto
· Mote/Glosas
· Peixe
· O Poeta da Roça
· Apelo dum Agricultor
· Se Existe Inferno
· Vaca estrela e Boi Fubá
· Você e Lembra?
· Vou Vorá