Aceitação do risco – o empreendedor aceita riscos, ainda que muitas vezes seja cauteloso e precavido contra o risco.
Ambição – o empreendedor procura fazer sempre mais e melhor, nunca se contentando com o que já atingiu. Não tentar progredir significa estagnar e um empreendedor deve ter a ambição de chegar um pouco mais além do que da última vez.
Auto-confiança – o empreendedor tem auto-confiança, acredita em si mesmo. Se não acreditasse, seria difícil tomar a iniciativa. A crença em si mesmo faz o indivíduo arriscar mais, ousar, oferecer-se para realizar diferentes tarefas, enfim, torna-o mais empreendedor.
Auto-motivação e entusiasmo – pessoas empreendedoras são capazes de auto motivação relacionada com desafios e tarefas em que acreditam. Não necessitam de prémios externos, como compensação financeira. A sua motivação permite entusiasmarem-se com suas ideias e projectos.
Capacidade de trabalho em equipa – o empreendedor cria equipa, delega, acredita nos outros e obtém resultados por meio de outros indivíduos.
Conhecimentos técnicos – para ser um empreendedor não basta possuir características empreendedoras; é preciso adquirir conhecimentos técnicos, daí que a formação em empreendedorismo seja fundamental para um empreendedor adquirir e/ou melhorar os seus conhecimentos.
Controle – o empreendedor acredita que a sua realização depende de si mesmo e não de forças externas sobre as quais não tem controle. Ele vê-se com capacidade para se controlar a si mesmo e para influenciar o meio de tal modo que possa atingir os seus objectivos.
Criatividade – à medida que a concorrência se intensifica, a necessidade de criar novas coisas em novos mercados também aumenta. Já não é suficiente fazer a mesma coisa de maneira melhor. Pelo contrário, é preciso que o empreendedor vá mais longe, apostando na criatividade, para que os negócios possam evoluir com as mudanças.
Decisão e responsabilidade – o empreendedor não fica à espera que os outros decidam por ele. Ele toma decisões e aceita a responsabilidade que acarreta.
Determinação – o empreendedor deve definir metas e consequentemente tentar atingi-las, sempre com um espírito positivo, sem se deixar abater por algo que corra mal.
Eficiência – o que o empreendedor faz, fá-lo o melhor que sabe e pode.
Energia – é necessária uma dose de energia para se lançar em novos projectos que geralmente exigem intensos esforços iniciais. O empreendedor dispõe dessa reserva de energia, provavelmente proveniente de seu entusiasmo e motivação.
Flexibilidade – o empreendedor adapta-se às circunstâncias que o rodeiam, pois se algo corre diferente do inicialmente previsto, o empreendedor não deve desistir, mas sim alterar os seus planos de modo a atingir os seus objectivos.
Iniciativa – o empreendedor não fica à espera que os outros (governo, empregador, familiar) venham resolver o seu problema. A iniciativa é a capacidade daquele que, tendo um problema qualquer, age: arregaça as mangas e parte para a solução.
Liderança – o empreendedor tem a capacidade de planear um projecto e pô-lo em prática, liderando a equipa que com ele trabalha.
Optimismo – o empreendedor é optimista, o que não quer dizer sonhador ou iludido. Acredita nas possibilidades que o mundo oferece, acredita na possibilidade de solução dos problemas, acredita no potencial de desenvolvimento.
Persistência – o empreendedor, por estar motivado, convicto, entusiasmado e crente nas possibilidades, é capaz de persistir até que as coisas comecem a funcionar adequadamente.
Sem medo do fracasso e da rejeição – o empreendedor fará tudo o que for necessário para não fracassar, mas não é atormentado pelo medo paralisante do fracasso. Pessoas com grande amor próprio e medo do fracasso preferem não correr o risco de não acertar – ficam, então, paralisadas.
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